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sábado, 3 de junho de 2017

Aviltamento acinzentado

O Brasil, chocado, teve notícia da delação premiada do empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS, a gigante do agronegócio brasileiro. Deixo de lado o primarismo intelectual, a linguagem chula e o deboche, pelo visto correntes em escolhidas esferas do dinheiro e da política. Trato aqui da naturalidade com que o delator relata telefonema de Lula para ele. O ex-presidente solicitava que João Pedro Stédile o procurasse para pedir dinheiro para o MST; depois com a bufunfa — antes certamente fácil nos governos Lula e Dilma, de momento escassa — iria invadir fazendas, formar militância e promover quebra-quebra.
“Ele [Lula] me ligou esses dias, pediu para mim [sic!] atender os sem-terra. Eu digo ‘ô presidente’(risos). ‘Joesley, eu tô aqui com o [João Pedro] Stédile não sei o que ele precisa falar com você’ … ’Tá bom, presidente, manda ele vir aqui. Eu atendo ele, tá bom’”. Para nosso caso, importa pouco se houve o encontro.
Importa outra coisa. Um dos maiores empresários do agronegócio, com inteira naturalidade, aceita dar dinheiro para o MST, cujo fim confessado é o coletivismo no campo, o que implica a destruição dos fazendeiros. Recordo abaixo a já muito divulgada declaração de Stédile, marxista com ligações com a “Teologia da Libertação”: “Nós, marxistas, lutamos junto com o papa para parar o diabo”. O diabo, para Stédile, são “o capital financeiro, os bancos, as grandes multinacionais. Os inimigos do povo são esses. Como diria o papa, esse é o diabo”. Outra lembrança, a ameaça de Lula, em fevereiro de 2015, de colocar o exército do MST nas ruas: “Também sabemos brigar. Sobretudo quando o Stédile colocar o exército dele nas ruas”. De passagem, a JBS é uma grande multinacional.
Judas, na História, foi o traidor prototípico. Chamar alguém de Judas, dois milênios após o ato infame, ainda era o pior insulto (agora, tenho minhas dúvidas). Mas ele se sabia traidor, agiu como traidor, teve fim consoante o crime inqualificável. Seu ato, por gerações foi qualificado infame. Era corrente a vida moral ancorada em noções claras de honestidade, coerência, abjeção, honra, decência, degradação, aviltamento. Em muitos ambientes desapareceu sua nitidez. Examino um deles.
A atitude de Joesley, acima mencionada, objetivamente atraiçoa os ruralistas. Alguém ouviu falar de felonia? Clima hostil para tal. No geral, os comentários sobre o ato, quando papocados, seguem na linha da distensão do delator: “Tá bom, presidente, manda ele vir aqui. Eu atendo ele”.
Há laivo de chantagem da parte de Lula, oportunismo do lado de Joesley. Um fazendeiro, decepcionado com as lideranças rurais, me disse: “Difícil demais. Kátia Abreu, fogo, apoiando o PT. O Joesley, pecuarista forte, dando dinheiro para o MST. Tem isso, quando os agitadores do Stédile passarem na frente de uma porteira da JBS, não vão invadir. Entram na próxima, de gente que não socou dinheiro neles”. Método mafioso comum, os narcoguerrilheiros das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) utilizaram tal expediente, extorquiam empresários contra promessa de não serem sequestrados. Poderá existir chantagem no caso do MST? Não estou informado, fico longe de negar a possibilidade. Não é tudo, porém. Em parte do público e dos participantes do drama formigam critérios morais distantes da nitidez do preto e do branco. Zonas cinzentas. Bruxuleia ali a noção de que certos limites nunca podem ser transpostos. E isso é de importância sem medida para o futuro do Brasil.
Outra. Chegam notícias a todo instante da tortura dos venezuelanos, manietados e esfomeados. Conhecemos alguns dos responsáveis: Lula, PT, demais partidos de esquerda, Odebrecht, João Santana, Mônica Moura. As campanhas eleitorais milionárias, responsáveis pelo assalto ao poder dos torcionários Hugo Chávez e Nicolás Maduro, foram regadas por dinheiro desviado do contribuinte brasileiro mediante o agora conhecido mecanismo — revelado no bojo da Operação Lava-Jato — dos carteis, superfaturamento, porcentagem de obras para bolso e campanha de dirigentes favorecedores do comunismo. Já são quase vinte anos de sofrimento na Venezuela, cuja responsabilidade em parte pesa nas costas do governo e de empresários brasileiros. Onde a inconformidade com o apoio de grandes capitalistas e empresas brasileiras ao coletivismo, sempre causador de miséria? É muito mais grave que o mero roubo de dinheiro público.
“Todas as coisas têm o seu tempo […] há tempo de amor e tempo de ódio, há tempo de guerra, e tempo de paz”, ensina o Eclesiastes. Agora é tempo da inconformidade nutrindo reflexões que iluminem as raízes da crise. Na busca da clareza total encontraremos a saída. Sem ela, passo a passo aumentará a desorientação dos espíritos; daí, escorregarão facilmente para o cansaço, a indiferença e a atonia. A seguir, rápido, teremos a rota aberta para aventuras e tragédias.
Não será a primeira vez. Ocorre-me uma delas, a queda repentina da monarquia com o público em céu de brigadeiro. Assim a descreveu Aristides Lobo, ministro do primeiro governo da República: “O povo assistiu àquilo bestificado, atônito, surpreso, sem conhecer o que significava. Muitos acreditaram seriamente estar vendo uma parada”. O atual aviltamento acinzentado também bestifica o povo que dele não se defender, para desgraça nossa.

A Globo precisava confessar que "os dias eram assim"



Fonte: A Verdade Sufocada

Ex-jogador que morreu ficou famoso ao perder a perna em atentado terrorista



POR ANCELMO GOIS
 O Globo - 30/05/2017 10:00
O Canhão do Arruda
Faleceu, ontem, em Pernambuco, Sebastião Tomaz de Aquino, 85 anos, o Canhão do Arruda. Ele ganhou o apelido por ter sido um dos famosos artilheiros do Santa Cruz, do Recife.
Mas...
Seu nome ganhou as manchetes em 25 de julho de 1966, quando teve uma perna amputada após a explosão de uma bomba no Aeroporto de Guararapes (PE), num ato terrorista da Ação Popular, de esquerda. No atentado, morreram o jornalista Edson Regis de Carvalho e o almirante Nelson Gomes Fernandes.
O alvo era a comitiva de Costa e Silva, então ministro do Exército e já escolhido para suceder.
 
Observação do site www.averdadesufocada.: Ancelmo Góis, aliviando para a sua ideologia, omitiu o nome do mentor e dos autores do crime e o fato de que mais 15 pessoas ficaram feridas gravemente, além de Sebastião Tomaz de Aquino, do General Silvio da Silva , então coronel  e de uma criança.
Se quiser conhecer mais detalhes , faça buscas no site , colocando em busca atentado a Guararapes ou leia no livro A Verdade Sufocada - a história que a esquerda não quer que o Brasil conheça - 13ª ed.- o capítulo " As sete bombas que abalaram Recife"
 
Os dias eram assim , atentados a bomba , assaltos, assassinatos de civis e militares, ataques a rádio patrulhas da polícia , carros incendiados, sequestros de diplomatas e aviôes , emboscadas, o verdadeiro caos  provocado pelas organizações terroristas cujos membros passaram aser "vendidos " pela doutrinação como " inocentes estudantes , heróis que lutavam pela liberdade ". A Globo continua com a doutrinação vergonhosa, omitindo os crimes  que os " meninos" praticavam antes mesmo do AI-5.

Acrescento que Ancelmo Gois, que hoje tem uma coluna de fofocas no jornal O GLOBO, recebeu treinamento na Escola do Konsomol, na União soviética.
Deveria, portanto, estar escrevendo, no máximo,  na Voz Operária, do PCB, o u na Classe Operária, do PC do B (Acrescentadohoje por Azamba)

Intervenção Constitucional

GENERAL MARCO ANTONIO FELICIO DA SILVA
O Exército é uma força essencialmente obediente dentro da lei e da Constituição. Não quer isso dizer que ao Exército caiba o papel de jurista, de leguleio, de intérprete dos casos complexos na inteligência da Constituição e das leis brasileiras. Não. Mas quer dizer que, quando os atos do governo romperem ostensivamente, material e grosseiramente contra as leis e contra a Constituição, é não só direito, mas dever das Forças Armadas, não prestar obediência a estes abertamente rebelados contra a Constituição e contra as leis. (Rui Barbosa)
O Ministro da Defesa, Raul Jungmann, recentemente, em seu facebook, escreveu sobre o que pensam “os militares” acerca da grave crise que atinge a Nação, verdadeiro descalabro causado por sucessivos governos da chamada Nova República e, principalmente, pelos governos administrados por Lula e Dilma, responsáveis pela imensa organização criminosa que assaltou o povo brasileiro de forma inacreditável. 
Creio que Ministro da Defesa se engana quando assevera que “os militares” reclamam, em síntese, da inexistência de vontade política dos governantes para o enfrentamento dos problemas atuais e a incompreensível maneira como subordinam as razões de Estado às conveniências político-partidárias.

Digo ao Sr. Ministro que se assim o fosse, seriamos todos alienados. Seria como se não conhecêssemos a natureza e o caráter da maioria dos políticos que infestam o Congresso. Os mesmos governaram o País, nestes últimos 30 anos, roubando o Tesouro Nacional, representando os seus interesses e dos empresários pagadores de propinas, servindo-se do País e não o servindo. Sem dúvida, um bando de canalhas. 
 
Engana-se o Sr Jungmann quando afirma que “os militares” aceitam uma Constituição que privilegia mais direitos do que deveres, que não se coaduna com o Caráter Nacional e é achincalhada a cada dia, até mesmo por juízes do Supremo, como o vimos ao final do processo de impedimento da inepta “Presidenta”. Os mesmos juizes que deveriam defende-la. 
Não creio Sr. Ministro que “os militares” estejam aguardando soluções dos políticos que causaram o desastre que vivemos. Deles somente esperamos as respectivas prisões, abismados quando os vemos, prioritariamente, ainda, legislando em causa própria, defendendo benesses, fazendo conchavos e tramando contra a “Lava Jato” para que não sejam punidos. Desses canalhas nada esperamos.
Acerta o Ministro quando fala da preocupação dos militares com a grave crise política, social e econômica, assentada em intensa crise moral e ética e com perspectivas de agravamento que poderá levar, população dividida, à dilaceração violenta do tecido social. É da natureza dos militares a preocupação constante com os interesses da Nação. Podemos, casualmente, ter pontos de vistas diferentes. Mas, na hora da ação, estaremos unidos e prontos para cumprir a missão qualquer que seja. 
Creio que o Sr. Ministro enganou-se ao interpretar o artigo 142 da Constituição, atribuindo aos militares preocupação em participar de uma GLO episódica,  problema de segurança pública, atuando as FFAA , neste caso, subsidiariamente como determina a Lei Magna.
Não creio que tenhamos os poderes constitucionais funcionando adequadamente o que afeta a forma republicana de governo, o sistema representativo e o regime democrático, princípios considerados sensíveis e que exigem a intervenção das FFAA quando feridos. Os meios de comunicação mostram diariamente o que vergonhosamente ocorre. Vemos alguns excelentes pontos fora da curva como Juiz Sérgio Moro e sua equipe. Temos no Executivo um Presidente ilegítimo, acusado pesadamente por atos delatados, apoiados em provas materiais, caminhando para o impedimento ou para a renúncia. Legislativo, também ilegítimo, com dezenas de deputados e senadores envolvidos na Lava jato por corrupção, entre eles os presidentes da Câmara e do Senado. Alguns já presos. Um STF aparelhado pelo PT e com decisões que se mostram incompreensíveis. A crise se agrava a cada dia com o surgimento de surpresas preocupantes. Novos delatados e novos conchavos para salvar criminosos.
Creio que a preocupação maior dos que se importam com o País, sem dúvidas os militares, é com a primeira parte do artigo 142 da Constituição: “As Forças Armadas, .... sob a autoridade suprema do Presidente da República,  destinam-se à defesa da Pátria e à garantia dos poderes constitucionais...... “ 
A atuação, quando necessária, intervencionista das FFAA, preconizada pelo artigo acima, é reforçada pelo denominado “Regime Constitucional de Crises”, consubstanciado pelo Título 5 da Constituição Federal. Tal regime direciona às FFAA para que intervenham, restabelecendo a garantia aos poderes constitucionais, mesmo que o Poder Executivo esteja em xeque. 
Neste caso, segundo constitucionalistas, os comandantes das FFAA deverão ter a iniciativa de conduzir a INTERVENÇÃO  CONSTITUCIONAL necessária. 
 
GENERAL MARCO ANTONIO FELICIO DA SILVA

Fonte: A Verdade Sufocada

Lula preso?



Contas usadas para Lula e Dilma foram denunciadas pelo próprio banco da Suíça

O banco notou que se tratava de dinheiro sujo
Jamil Chade - Estadão
Antes mesmo de vir à tona o conteúdo das delações de Joesley Batista na Operação Lava Jato, um banco suíço usado para movimentar recursos ilícitos para abastecer campanhas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente cassada Dilma Rousseff, conforme relato do empresário, denunciou suas contas para autoridades do país europeu. O volume de dinheiro e os padrões de transferências sem justificativa levantaram a suspeita de crimes financeiros, embora a instituição desconheça os beneficiários das movimentações. A Procuradoria-Geral da República espera que as informações coletadas pelas autoridades sejam agora transferidas ao Brasil.
Na avaliação de autoridades suíças próximas ao caso, o Ministério Público Federal terá “forte chance” de apurar mais detalhes sobre as transferências. O banco Julius Baer (ou Julius Bär) fechou as contas na Suíça e o dinheiro foi transferido para Nova York, onde hoje vivem Joesley e sua família.
DUAS CONTAS – Em sua delação premiada, o empresário afirmou à Procuradoria que reservou duas contas para atender às demandas dos petistas. Segundo ele, o dinheiro era usado para pagar propinas a políticos do PT e também a aliados. Joesley contou que as contas chegaram ao saldo de US$ 150 milhões em 2014. O empresário disse também que o dinheiro era operado a mando do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, com o conhecimento de Lula e Dilma. Os petistas negam as acusações.
Mesmo sem o nome dos envolvidos nos extratos, uma vez que operadores e doleiros teriam efetuado as transações, fontes do setor financeiro suíço dizem acreditar que as datas das transferências podem indicar se o dinheiro foi movimentado com maior intensidade nos meses que antecederam eleições no Brasil.
As contas foram alimentadas, segundo pessoas próximas ao caso, com recursos lícitos dos negócios da JBS e também por dinheiro irregular, em um esquema descrito como “misto”. No entanto, enquanto as contas foram mantidas no país europeu, a movimentação de volumes no Brasil não era de conhecimento nem das autoridades nem do banco. A dinâmica é considerada surpreendente porque companhias suspeitas de crimes financeiros separam as contas “legítimas” das “ocultas”.
ENCERRAMENTO – Fontes do sistema financeiro da Suíça revelaram ao Estado que as contas foram fechadas após o banco Julius Baer informar aos administradores do dinheiro que não manteria os recursos na instituição. Grande parte do dinheiro foi então transferida para os Estados Unidos.
Da conta 06384985 no Julius Baer, o dinheiro seguiu para o JP Morgan Chase Bank, em Nova York. Para ocultar os proprietários da conta, os recursos estavam em nome da empresa de fachada Lunsville Internacional Inc. Uma segunda empresa, a Valdarco, também foi usada.
Apesar do encerramento das contas, o Julius Baer informou as suspeitas às autoridades de combate à lavagem de dinheiro da Suíça. Joesley não foi comunicado da decisão do banco em razão da legislação local.
SEM COMENTÁRIOS – Procurado pela reportagem, o Ministério Público Federal em Berna se recusou a comentar o caso, indicando que não revelaria se Joesley está ou não sob investigação em função da legislação local.

Até que enfim!! Agora é Lula na cadeia!!